Eu acabei desistindo de ir o mais rápido que podia, desci e comecei a caminhar, às vezes sozinha... às vezes acompanhada. Até parei umas duas ou três vezes para pegar ar. Nunca recuei, nem para pegar impulso. Aliás, impulsividade nunca me faltou. E nem me venha falar que eu deixei algo lá trás, porque eu não volto pra pegar. E nem histórias de amor, porque eu resolvi guardá-las no bolso e só pegar quando chegar ao meu destino. Não importa quanto tempo vou demorar, elas podem esperar.
Agora só me resta a sorte de adivinhar o caminha à seguir... Contando só comigo e a minha fé que tudo vai dar certo.
